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Após 22 dias em greve, professores da rede municipal de BH decidem manter paralisação

Profissionais da rede municipal de educação em reunião sobre a continuação da greve TV Globo/ Reprodução Profissionais da rede municipal de educação de...

Após 22 dias em greve, professores da rede municipal de BH decidem manter paralisação
Após 22 dias em greve, professores da rede municipal de BH decidem manter paralisação (Foto: Reprodução)

Profissionais da rede municipal de educação em reunião sobre a continuação da greve TV Globo/ Reprodução Profissionais da rede municipal de educação de Belo Horizonte decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (19), manter a greve. Segundo os servidores, o movimento, que já completou 22 dias, continua por falta de acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). A categoria reivindica recomposição salarial e melhorias nas condições de trabalho. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Educação (SindRede), os servidores enfrentam sobrecarga e ausência de transparencia sobre vagas disponíveis nas escolas. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A assembléia começou por volta das 9h, na Praça Afonso Arinos, no Centro da capital mineira. Foram quase três horas de reunião, em que as lideranças do movimento grevista discursaram contra a política de educação do município, cobraram que a Prefeitura negocie todos os 70 pontos da proposta apresentada pela categoria e pediram a saída da secretária de educação, Natália Araújo. A PBH havia comunicado ao SindRede na última quarta-feira (12) que atenderá seis das oito pautas prioritárias apresentadas pela categoria (veja mais abaixo). Vídeos em alta no g1 O que diz a Prefeitura A PBH confirmou a proposta de reajuste de 4,1% para os profissionais da educação. A categoria, porém, reivindica que o índice seja somado aos 2,4% de recomposição. A prefeitura também afirmou que o salário inicial dos professores da rede municipal, com carga horária semanal de 22 horas e 30 minutos, está acima do piso nacional. A respeito do pedido de saída da Secretária Municipal, feita pelos trabalhadores, a PBH não se manifestou. Conheça os pontos que serão atendidos pela PBH: Comitê de transição: criação de um comitê para acompanhar a transição dos profissionais terceirizados da Educação. Lei Orgânica: encaminhamento de proposta de alteração na Lei Orgânica do Município de Belo Horizonte (LOMBH), reforçando a proibição da substituição de professores da Educação Infantil por monitores ou profissionais de outras categorias. Progressão funcional: avanço de dois níveis na carreira para servidores com mestrado e doutorado, para aqueles que anteriormente tiveram apenas um nível concedido. Transparência de vagas: divulgação trimestral do quadro de vagas da Educação, acompanhada de debate sobre os critérios relacionados aos cargos vagos. Caixas escolares: elaboração de norma para padronizar o uso dos recursos financeiros das caixas escolares. Profissionais especializados: abertura de discussão sobre o modelo de contratação e as diretrizes de atuação de psicólogos e assistentes sociais vinculados à rede municipal de ensino LEIA TAMBÉM Namorado de estudante achada morta na Savassi é preso suspeito de feminicídio e de manipular cena do crime VÍDEO: câmera de segurança flagra carro avançando contra padaria e atingindo clientes em BH Veja os vídeos mais vistos do g1 Minas:

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