Operação investiga fraude em concurso da Câmara de Minduri, MG
Operação do MPMG investiga fraude em concurso da Câmara de Minduri (MG) Ministério Público O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou nesta te...
Operação do MPMG investiga fraude em concurso da Câmara de Minduri (MG) Ministério Público O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou nesta terça-feira (21) a operação "A Porta Larga" para investigar um suposto esquema de fraude no concurso público da Câmara Municipal de Minduri, no Sul de Minas. Durante a ação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram Segundo o MPMG, a investigação começou após a presidente da Câmara de Minduri comunicar suspeitas de irregularidades no concurso destinado ao preenchimento de cargos na Casa Legislativa. Conforme as apurações, uma servidora comissionada informou ter sido procurada por um servidor público da Prefeitura de Minduri, que teria oferecido a possibilidade de aprovação no concurso mediante pagamento de R$ 15 mil. Júlia Reis traz o que foi destaque durante a semana no g1 Sul de Minas Ainda de acordo com a investigação, o mesmo servidor apontado como intermediador da negociação foi responsável pelo processo licitatório que resultou na contratação da empresa organizadora do concurso. O Ministério Público afirma que a empresa, sediada em Andrelândia (MG), venceu a licitação ao apresentar proposta de valor muito inferior à média das concorrentes. As investigações indicam que o esquema seria liderado por um advogado integrante da banca examinadora. A fraude seria a manipulação dos resultados do certame. Conforme o MPMG, após a realização das provas, ele analisava o desempenho dos candidatos e alterava as notas do candidato beneficiado para garantir sua aprovação dentro do número de vagas oferecidas. O Ministério Público também apura indícios de que a empresa responsável pelo concurso, Cássia Aparecida de Oliveira, que atua com o nome fantasia CAP Concursos Públicos, possa ter adotado o mesmo método em outros concursos públicos realizados em municípios de Minas Gerais e de Mato Grosso, inclusive com a participação de outros servidores públicos. Entre as cidades citadas estão Carmo do Rio Claro, São Lourenço, Itaú de Minas, Passa Quatro, Carvalhos, Paula Cândido, Bias Fortes, Colider, Diamantino e Nova Santa Helena. Segundo o MPMG, os investigados podem responder por crimes como falsidade ideológica, supressão de documento público, fraude em certame público, corrupção passiva, frustração do caráter competitivo de licitação e associação criminosa. O g1 e a EPTV tentam contato com os envolvidos. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas
Fonte da Reprodução:
https://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2026/07/21/operacao-a-porta-larga.ghtml