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Mulher é morta pelo ex-companheiro e suspeito se mata após o feminicídio na Grande BH

Imóvel em contrução da vítima de feminicídio TVGlobo/ Reprodução Uma mulher, de 50 anos, foi morta pelo ex-companheiro, de 52 anos, na noite desta terça...

Mulher é morta pelo ex-companheiro e suspeito se mata após o feminicídio na Grande BH
Mulher é morta pelo ex-companheiro e suspeito se mata após o feminicídio na Grande BH (Foto: Reprodução)

Imóvel em contrução da vítima de feminicídio TVGlobo/ Reprodução Uma mulher, de 50 anos, foi morta pelo ex-companheiro, de 52 anos, na noite desta terça-feira (31), em Ribeirão das Neves, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A mulher foi asfixiada e, após o crime, o homem se matou. De acordo com boletim de ocorrência, o suspeito estava em saída temporária do sistema prisional, onde cumpria pena por outro feminicídio ocorrido em 2016. Segundo a Polícia Militar, Maria Lúcia de Oliveira foi encontrada por um dos filhos, já sem vida, dentro da casa dela. Ela e os ex-companheiro, Rerionaldo Gomes Pereira, estavam separados, mas o homem costumava dormir na casa, que está em reforma. Ainda de acordo com a PM, a vítima não estava morando no imóvel, mas ia todos os dias acompanhar a obra. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Homem já cumpria pena por outro caso de feminicídio De acordo com a PM, o filho tentou falar com a mãe por telefone diversas vezes ao longo do dia, mas não teve retorno. No início da noite, ele foi até o imóvel e, sem resposta, arrombou o portão da casa. Ao entrar, encontrou a mãe deitada sobre a cama e o pai no banheiro, ambos já sem vida. Segundo relato do filho à polícia, o homem tinha histórico de comportamento agressivo e exercia controle sobre a rotina da vítima, incluindo suas relações pessoais, locais que a mãe frequentava e monitoramento de suas conversas. Ele também informou que o pai estava em saída temporária do sistema prisional, cumprindo pena por outro caso feminicídio, que ocorreu em 2016. Ainda conforme o familiar, a vítima visitava o homem com frequência na prisão, para levar mantimentos, e que, segundo ele, os dois poderiam ter reatado o relacionamento. Ele afirmou ainda que durante os períodos em que o suspeito estava fora do sistema prisional, a convivência entre o casal aparentava estar tranquila. O local foi isolado para os trabalhos da perícia, e o caso será investigado pela Polícia Civil. LEIA TAMBÉM:

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