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Defensoria de MG aciona Justiça para garantir serviços em escolas municipais de BH durante greve

Fotos mostram professores em greve protestando na capital mineira no mês de maio TV Globo/ Reprodução A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) acionou a ...

Defensoria de MG aciona Justiça para garantir serviços em escolas municipais de BH durante greve
Defensoria de MG aciona Justiça para garantir serviços em escolas municipais de BH durante greve (Foto: Reprodução)

Fotos mostram professores em greve protestando na capital mineira no mês de maio TV Globo/ Reprodução A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) acionou a Justiça para pedir a manutenção de um funcionamento mínimo das escolas da rede municipal de Belo Horizonte durante a greve dos trabalhadores da educação. Segundo o órgão, a paralisação, que já dura mais de um mês, tem afetado milhares de estudantes. Entre os impactos apontados estão a interrupção das atividades escolares, dificuldades no acesso à merenda, suspensão de atendimentos destinados a alunos com deficiência e prejuízos à rede de proteção de crianças e adolescentes. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A ação foi protocolada com pedido de decisão urgente. A Defensoria afirmou que não questiona a greve nem as reivindicações da categoria. “Não pretendemos entrar no mérito da greve nem das questões administrativas. O que buscamos é assegurar o direito das crianças de frequentar a escola, especialmente como um espaço de proteção”, afirmou a coordenadora estratégica de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da DPMG, Daniele Bellettato. Agora no g1 Antes de recorrer à Justiça, a Defensoria informou que participou de reuniões com representantes da Secretaria Municipal de Educação, Ministério Público e outros órgãos para tentar construir uma alternativa, mas não houve sucesso. A TV Globo entrou em contato com a Prefeitura de BH, mas, até a publicação desta reportagem, não obteve retorno. Entenda a greve Os profissionais da rede municipal de ensino decidiram manter a greve em assembleia realizada no dia 19 de maio. À época, a categoria afirmou que o movimento continuaria diante da falta de acordo com a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH). Com a paralisação, a prefeitura informou que não haverá reposição de aulas para crianças de até 3 anos, que a recuperação do calendário poderá ser parcial na educação infantil e que o ano letivo pode se estender para 2027. Entre as principais reivindicações dos servidores estão a recomposição salarial e melhorias nas condições de trabalho. A prefeitura informou que concordou com seis das oito pautas prioritárias apresentadas pela categoria e manteve a proposta de reajuste salarial de 4,1%. Os trabalhadores, porém, defendem que o índice seja acrescido de outros 2,4% de recomposição. Na ação da Defensoria, o órgão destacou que as escolas exercem funções que vão além do ensino. Para muitas crianças e adolescentes, elas também representam acesso à alimentação, acolhimento e proteção social. LEIA TAMBÉM: Mulher morre após denunciar em vídeos falta de médicos em UPA da Grande BH PM do RJ é presa por furto de fone de ouvido no Aeroporto de BH Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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